quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Fringe e os diálogos com o horror

Ao longo do último ano, estive trabalhando no projeto de pesquisa intitulado "Medo seriado: o horror e as matrizes do excesso na ficção seriada contemporânea". Este trabalho foi desenvolvido dentro do curso de Estudos de Mídia da UFF sob a orientação da professora Drª Mariana Baltar. Como resultado dessa pesquisa produzimos um artigo e um vídeo-ensaio, que foram muito importantes para sistematizar o meu conhecimento sobre gêneros e ficção seriada.

Nesse momento, com a proximidade da monografia, e um pouco mais de amadurecimento sobre pesquisa, percebi o quanto é importante produzir textos sobre o que estou estudando, pois revistando meus próprios escritos, percebo que entendo muito melhor os conceitos que estou estudando.

Pois bem, para dar uma utilidade melhor para esse blog que a muito tempo tem ficado instável, vou tentar produzir pequenos textos sobre a temática da minha monografia e compartilhar com quem estiver interessado, minhas impressões e apreensões.

Para estrear mais essa modalidade aqui no blog, deixo como ilustração o vídeo-ensaio que produzi. Nesse temos um resumo dos códigos de horror presentes na 1ª temporada de Fringe.


Se você sentiu nojo, medo, nervoso, asco, parabéns, essas são umas das sensações que o horror causa nas pessoas. Se você ficou curioso para saber o que acontece com o bebê, ele nasce e fica com 90 anos em menos de quatro horas.

O monstro que aparece na última sequência, é o que chamamos na pesquisa, seguindo a classificação de Noel Carroll de ser intersticial, pois é um ser não categorizável, produto da junção de várias espécies de animais em laboratório.

Ao longo dos próximos dias, vou disponibilizar um pouco mais sobre os resultados da pesquisa.

Bom, é isso!

xoxo (sim, tou vendo Gossip Girl agora, e daí?!)

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