Para a Clarice, é claro!
Assim começa essa delícia de livro (primeiro que eu li nesse 2014), e que maneira gostosa de iniciar o ano literário.
Um livro de poesia que é tão apaixonado, que você consegue sentir o autor suspirar no seu ouvido pela sua amada.
Doce, e leve e louco, como casal.
Uma declaração de amor, do início ao fim, entre pontos, ruas, cidades e big bangs!
Tão doce quanto essa música da Clarice, que ela já declarou que é pra ele:
O livro é tão fofo, mas dá pena que acaba logo.
Tem um quê de biográfico e nostálgico que são muito próximos ao leitor, pelo menos para aqueles que moram ou conhecem bem o Rio de Janeiro.
Esse poema curtinho por exemplo, é uma gracinha:
alguns lugares pertencem a temposespecíficos e jazem enclausuradosnuma data como certos becosde copacabana que moram em 1993eternamente e de onde se pode ligarde orelhões com fichas e comprarrevistinhas do cascão por cinco mil cruzeiros.
A Companhia das Letras (eu achei aqui enquanto procurava uma imagem) disponibilizou um trechinho em pdf eu li o livro físico mesmo, que eu peguei emprestado com a minha amiga (Foi mal Gregório, a grana tá curta).
Espero que vocês curtam, porque eu sou apaixonada por esse casal!
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| Foto que eles tiraram para a Revista Bravo! |


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